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Tratando com clareza e eficiência sobre a Vitamina D

A hipovitaminose D é altamente prevalente e apresenta-se como um problema de saúde pública em todos os continentes. (Ojeda et al, 2104). Os estudos evidenciam alta prevalência em diversas regiões geográficas, incluindo nosso país, e pode acometer mais de 90% dos indivíduos, dependendo da região estudada. (Mithal A. et al, 2009). No Brasil, o cenário se confirma, chegando em alguns estados a mais de 77%( Unger, 2010).

A vitamina D é dependente dos raios solares, com sazonalidade nos seus níveis, no final do verão temos os maiores e no final do inverno, os menores. As fontes alimentares são pobres de vitamina D, oferecendo cerca de somente 10% das necessidades diárias.

A hipovitaminose D está relacionada com o aumento de incidências das seguintes patologias: doenças autoimunes, neoplasias diversas, aumento do risco de quedas no idoso, raquitismo, osteomalácea, hiperparatiroidismo secundário, osteoporose, distúrbios cognitivos, esquizofrenia, depressão dentre outras.

A classificação de Holick (2011) é uma das utilizadas para avaliar a insuficiência/ deficiência de Vitamina D, em que os valores abaixo de 20 ng/mL são considerados deficientes e entre 21 e 29,9 ng/mL são considerados insuficientes. Valores acima 30,0 ng/mL são considerados dentro da normalidade.

A vitamina D ativa a absorção do cálcio intestinal e é necessária à sua suplementação em todos os pacientes com insuficiência e deficiência nos seus níveis, principalmente em idosos, sedentários, grávidas, internados, obesos, submetidos a cirurgias bariátricas, de pele escura, portadores de patologias com síndrome mal absortiva, com baixa exposição solar e em uso de medicamentos que interfiram na absorção da vitamina D (anticonvulsivantes, glicocorticoides, antifúngicos). (Maeda SS, et al, 2007; Pinheiro MM et al, 2009; De Luca, 1997).

A exposição solar tem função medicamentosa, sendo o melhor horário das 10:00 às 15:00 horas, ao menos três vezes por semana, durante 20 minutos. Necessitando somente cerca de 30% de área corporal exposta.

As recomendações de reposição medicamentosa de vitamina D devem ocorrer com orientação médica, após dosagem e acompanhamento caso a caso, considerando a individualidade do paciente.

Como é um tema em voga, há muitas distorções de informações, porém a prevenção e o tratamento são simples e eficazes, desde que realizados por profissionais competentes e pacientes comprometidos com sua saúde.


Flávio Henrique Macedo Pinto
Traumato-ortopedista, Médico do Esporte e diretor do Centiser.

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